quinta-feira, 16 de junho de 2011

i'm writing in english now. deal with it.

Wow, it’s been a while since i last posted on this blog. Okay, a very long while. I guess I didn’t do it earlier cause I just didn’t feel like it. There’s so much stuff  going around my head that I don’t even know what I’m thinking about, and most of the time, I don’t even want to.

These days, thinking is one of the things that I’m trying to avoid. Not that it’s working, because really, all of this is making my head hurt. Am I making any sense? I don’t think so. But thinking back, I never did make any sense, so I guess it’s alright.

Funny how not having anyone to talk to gives me the urge to post all of my so called problems and insecurities on the internet. I mean, most of the things that I think about are really privet, and I don’t really understand why all of this is flowing in this electronic paper. I tried talking to someone else, I really did, but it seems to me that I just can’t open up.  I guess it’s because if I do, I’ll realize just how small and insignificant all of this is, how small and insignificant I am, really. Blame it on the hormones, I’m a teenager and I love the drama. Kind of.

The point is, am I that hypocrite  to refuse to open up to one of my “friends”, and then go and spill it all out for everyone to see? I guess so. I never realized that maybe that’s all I’ve ever needed, a place to go and say everything I have to say, without addressing it to anyone in particular, and still, be heard. For those who want any way.

So yeah, maybe this is my diary, after all. A very distorted version of a diary, at least.




sábado, 26 de março de 2011


Eu não sou uma pessoa romântica. Nunca fui. Eu nunca entendi como as pessoas podem agir como idiotas quando se apaixonam. Eu nunca pensei que eu iria me apaixonar. E eu nunca pensei que ia chorar por causa de um cara.
O ridículo disso tudo, é que eu pensei em acabar. Eu pensei que não valia a pena, que era muito esforço pra pouco resultado, mas pelo menos eu tava esperando pra dizer isso cara a cara. Mas pelo MSN? SÉRIO? O quão babaca alguém pode ser? Eu não to triste. Eu to com raiva. MUITA raiva. Raiva por ter acreditado, raiva por ter agüentado comentários imbecis de como não ia dar certo. Raiva por não ter acreditado nos comentários imbecis. Não deu certo. E eu sabia que não ia dar certo.
Eu nunca mais vou cometer esse erro. NUNCA MAIS.  Eu cansei de ouvir músicas de amor. E eu deveria ter ido ao show do Iron Maiden, ao invés de ter esperado você ligar.
E eu desejo do fundo do meu coração que você vá tomar no meio do seu cú, seu babaca ordinário. E que se foda que não gostar de ler palavrão.
Vai pro inferno, seu imbecil. Eu nunca mais aparece na minha frente.

sábado, 12 de março de 2011



Existem vários estereótipos dentro da pequena sociedade escolar. Comecemos pelo topo da pirâmide. Os playboys e patricinhas são mundialmente conhecidos por suas participações em filmes adolescentes hollywoodianos como vilões, e apesar do que todo mundo pensa, nos filmes eles não exageram, eles são exatamente daquele jeito. O que não me interessa muito, todo mundo já sofreu na mão de algum imbecil assim, até eles próprios, então não vou perder meu tempo com eles.
 Logo abaixo vêm os populares gente boa. Não que eles sejam realmente legais, acho que só encontrei duas pessoas que realmente se enquadram nessa categoria, mas eles são simpáticos com todos, pelo menos na sua frente. São os famosos atores filhos da mãe que fazem você acreditar que tem amigos, até eles encherem o saco da sua presença.  No final tudo acaba em lágrimas, rancor, risadas e cochicho. Adoro esse tipo de pessoa.
Existe uma massa gigantesca que é indefinida. São os “normais”. Este é um grupo onde todas as subdivisões de filmes se juntam. Roqueiros, pagodeiros, skatistas, nerds, cdfs, otakus, emos, punks, etc... Enfim, são aquelas pessoas que seguem despercebidas na escola, e que provavelmente se comportam espontaneamente somente fora do horário escolar.
Então vem os perdedores. Não importa o que eles sejam, simplesmente foram os escolhidos para serem zoados. Normalmente eles são chatos e carentes pra cacete, mas mesmo assim, os coitados não fizeram nada para receber tal tratamento de todos. DE TODOS.
Depois vem um grupo extremamente pequeno, que eu não sei bem onde colocar. Eu gosto de denominá-los redes de proteção. São aquelas pessoas que interagem com todos, que são gentis com todos, e que todos parecem adorar. Especialmente quando estão com algum problema. São os cupidos, os terapeutas. Mas por algum motivo, são esquecidos assim que toca o último sino do dia. Sem ligações, idas ao cinema, à casa de alguém, à praia, sem amizade. São aquelas pessoas que sempre estarão lá para te ajudar, mas que não recebem nada em troca. E elas não pedem nada. Nunca.
E isso é só a preparação pra sua vida adulta.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Inconveniente. É somente isso. Uma inconviniencia, um capricho. Isso passa, sempre passa. Por que, afinal, isso é só uma fase. Não, não é uma fase. Não, não é só um capricho. É um sonho. Meu sonho. Minha  vida.  Você está jogando sua vida fora. Não. Eu estou jogando a vida que você quer que eu tenha fora. Isso não vai levar você a lugar nenhum. Como é que você sabe? Se eu soubesse para onde isso vai me levar, eu não o faria. Existem mil possibilidades, por que fracasso é a única que você vê? Eu vou ter que te sustentar para o resto da minha vida. Ah, lógico.É lógico que isso tinha que ser sobre dinheiro. É sempre sobre dinheiro. Não. Isso é sobre seu futuro. Justamente, isso deveria ser sobre minha felicidade.  E você acha que vai ser feliz tendo que depender de mim para ter dinheiro para comprar o cefé da manhã? Então esse é o problema?  Pode ficar tranquila que assim que eu tiver idade eu sumo daqui. Não foi isso que eu quis dizer. Mas foi isso que você disse. Talvez eu não vire uma milionária, talvez eu não tenha um carro de um milhão de dólares, mas tudo bem. Porque eu não preciso disso, nunca precisei. Só porque você não consegue enxargar uma vida além de trabalhar pra ganhar dinheiro, e não trabalhar porque se ama o que faz, não significa que eu também tenho que ser assim. Isso não é sobre mim. Isso nunca foi sobre você. Mas parece que você foi a última a perceber isso.
Aonde você está indo? Resolvi que não vou esperar até ter idade.
Essa talvez tenha sido a coisa mais difícil que eu já fiz. E eu não tenho a menor idéia de onde esse caminho vai me levar. Mas a vida é muito curta para se fazer o que não gosta, não é mesmo?

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011


Às vezes eu me pergunto se vale apena. Se todo esse tempo, esforço e dedicação vão me fazer chegar a algum lugar. Ninguém vive de música. Será? Talvez um dia eu acorde com 47 anos, e ninguém vai saber meu nome, ninguém vai me reconhecer. Ou talvez amanhã eu vou acordar numa van, indo tocar em algum lugar. E aí eu vou dar entrevistas, dizer como eu sou sortuda; vou ganhar prêmios, dizer que amo meus fãs e que não seria nada sem eles.
Que nada. Entrevista, prêmios, nada disso importa. A van sim, essa importa, e como.
Talvez esse seja meu sonho: uma van, Quatro amigos e uma guitarra. Ninguém vive de sonhos. Até que alguém prove o contrário.

Um Brinde Ao Calor



Não seja frio, pois esse sim, é o maior pecado do ser humano.
Ao teres terminado tudo, acabado com qualquer tipo de competição ou trabalho sob o qual Estivestes sendo submetido, por que não sorrir? Chorar, pular, dançar, gritar, abraçar, beijar. Por que não demonstrar quaisquer sejam os sentimentos que esteja sentindo? Por que não és fogo, ao invés de pedra? Vamos, me diga, porque não és calor?
Se a dor te faz mal, porque não a suprime também? Como todos os outros sentimentos que fostes frio o bastante para deixar de compartilhar? Procuras simpatia alheia? Não sabes que a pena é o pior dos sentimentos? Não, não desperte a dó, não procures atenção com problemas que tenhas criado, seja quem és. Não te escondes na frieza, pois este sim, é o único problema que tens. Estás a procura de atenção? Seja amável, e serás amado. Abraces, e serás abraçado.
Por fim, não confunda frieza com força, pois forte é aquele que é capaz de amar quando só o ódio lhe é demonstrado.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011



e quando tudo volta..... tudo volta mesmo?
quer dizer, quando a rotina volta, a vida volta, volta tudo exatamente como era?
claro que não. como poderia? você vai embora, guarda sua vida na gaveta e foge por dois meses, e depois ainda quer abrir a gaveta e achar a sua vida lá, intacta?
A vida é perecível. nada nunca permanece igual. Não que isso seja necessariamente ruim, mas mudança é sempre uma droga. principalmente por causa dos pedreiros. odeio pedreiros.